Resenha: A dupla vida de Dadá - Moela Vilela

Autora: Moema Vilela
Editora: PENALUX
Ano: 2018 
Páginas: 72
Gênero: Micro Contos
Nota Skoob: 4/5
Sinopse:
Moema Vilela faz uma escrita plural, cosmopolita, no sentido de conseguir, sinteticamente, trazer para suas formas breves, de minificções, uma abrangente variedade de temas, de personagens, de criatividade.
Não existe pudor e limites para os seus “escolhidos”, seus protagonistas, narradores. Uma pomba marginalizada e discriminada, pode ter o direito a contar a sua história, o menino que é técnico de informática, a mulher que em meio a folia perde o seu sentimento de vergonha.Esta flexibilidade e, esta quase ambição, atenderam e cumpriram o desafio de mostrar quantas são as vozes no mundo, e como elas podem, ser percebidas na simplicidade das narrativas breves. Este livro é fascinado por temas e várias perspectivas, permeado por intertextualidades.
Alguns dos seus contos curtos, são tão incomuns que chegam a falar até mesmo das sopas, mas não de maneira ingênua, e sim, aproveitando a inusitada protagonista para ensinar ideias, teorias criativas e distintas, neste caso, “a sopa” pode referir-se ao processo de produção de textos, “casca-se ali, corta-se aqui, mistura-se tudo”.
Este toque flexível, humorístico, grave e plural demonstra que, muito se pode falar, desde que se observe o andamento da natureza e do mundo, sendo que, tendo esta ideologia em mente, alcança-se os mais diversos objetivos: traz-se alegria, reflexão, crítica e opinião.
Em A dupla Vida de Dadá, a escritora traz uma seleção de minicontos, subdivididos em três partes.
Segundo Moema declarou a Revista Arte Brasileira, “...a primeira parte traz minicontos com foco na narrativa mesmo, mais sintéticos e diretos, com mais humor. Na segunda, há uma maior variação de tom, e uma minificção mais lírica. A terceira parte é bem breve e traz três textos que flertam com mais experimentação formal.”. 
Como dito pela escritora, os contos da primeira parte são mais diretos. Destaco que ela usa em alguns momentos coisas e experiências cotidianas para formular suas pequenas histórias, como por exemplo em “Pomba Engajada” e “Debutante”, este último, foi escrito em um momento em que estava em uma fazenda, com seu namorado, observando estrelas. Esta primeira parte é a maior em tamanho de contos, tendo um total de 35.
Na segunda parte de seu livro, os contos aumentam um pouco de tamanho e aparece o conto que dá nome ao livro. Sérgia Ribeiro da Silva, a Dadá, que tão nova foi raptada e acabou se casando com o algoz, se tornou uma cangaceira de destaque no grupo de Lampião, por não ter medo de usar um fuzil. A mulher lutou para que os mortos do seu grupo pudessem ter o respeito que merecem. A segunda parte traz 23 contos e posso dizer que o meu preferido, “O MITO DO JOVEM RAPAZ DOTADO DE UM CELULAR COM CÂMERA” está neste grupo. O que mais me chamou a atenção foi o fato de mostrar uma realidade dos dias de hoje em que as pessoas passam tanto tempo tirando fotos de lugares e situações diferentes e acabam esquecendo-se de viver tudo isso.
Na terceira parte trouxe algumas coisas interessantes, como por exemplo, as diversas facetas do “estar sem voz”, onde acredito que a intenção foi colocar o leitor para pensar e entender as coisas nas entrelinhas. São 3 obras para fechar este livro curtinho e cheio de profundidade.
Este é um livro cheio de simbolismos e de interpretações. Acredito que talvez outras pessoas possam ver o que a autora escreveu de maneira diferente da minha justamente por estes simbolismos e duplos ou triplos modos de entender o que ela quer nos passar. Sem dúvida, Moema é muito boa em usar narrativas diferenciadas e com amplos significados.
O livro é bem curto, dá para ler rapidamente. Quanto a capa, achei agradável esteticamente, não tem nenhuma imagem, apenas algumas formas em várias cores. As páginas são amareladas e fonte e diagramação agradáveis.
Quando vi a Mary postar que havia recebido este livro, fiquei interessada, pois a Moema foi uma das minhas professoras do curso de extensão em Escrita Criativa da PUC-RS que fiz online neste ano. Lembro-me da gentileza que ela passava em suas correções e adorei a ideia de ler um livro escrito por ela. 
Caso resolva dar uma chance aos contos da Moema Vilela, desejo a todos uma boa leitura.

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TOUCHDOWN - ROXY SINCLAIRE


Touchdown: Um Romance Esportivo Badboy por [Sinclaire, Roxy]

Sinopse:
O maior touchdown da sua vida!
Alexa:Eu o odeio, mas o quero…Odeio a chantagem emocional que minha mãe faz por não ficar com Sebastian, o cara que ela queria que eu casasse. Eu nunca o quis. Mas se não casar com ele, minha mãe cortará relações comigo.Só estou interessada no quarterback por quem torço nas laterais do campo, embora eu o odeie. Independente disso, não posso negar o que meu corpo e coração desejam. Mas estamos prestes a nos formar e seguir por caminhos diferentes. O que vou fazer?
Martin:Eu sempre a amei, mas sou mais pobre do que ela imagina…Jogar meu último ano na universidade como o quarterback estrela que as pessoas achavam que eu era, foi agridoce. Espero ser escolhido para o NFL para conseguir ajudar a compensar minha família por tudo que fizeram, e tirá-los daquele trailer. Mas isso significa ficar longe de Alexa.Ela era a líder de torcida que eu queria para sempre ao meu lado. Mas, cara, ela podia ser tão metida às vezes! Isso até nossos amigos nos trancarem no dormitório e não nos deixar sair até resolvermos as coisas. Não tenho ideia do que acontecerá em seguida…

Olá amores, estão afim de dicas de romances contemporâneos por aqui?
Já que no mês de  novembro só tivemos dicas de romances de época, estou sentindo falta de ler e indicar romances contemporâneos.  
Aproveitando que recebi o convite para ler esse novo livro da Roxy Sinclaire, já vou compartilhar a dica com vocês. Ainda não comecei a leitura, mas com certeza essa belezinha já vai me acompanhar no fim de semana.
Eu sou completamente viciada nesses livros com pegada esportiva, estilo New adult, com muita sensualidade e histórias lindas. Acredito que vou gostar bastante, depois venho contar  para vocês o que achei.

A editora me garantiu que esse é um romance completo de badboy esportivo, SEM cliffhanger, SEM traição, e com um final feliz garantido. Então como não amar, não é mesmo?
Leia Agora!
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TAG Os Bridgertons


Miladys, hoje eu vou responder essa TAG super especial criada pela Krys ( @literatuando)  e reúne características dos nossos amados, idolatrados Bridgertos. Quem não ama, não é mesmo !
1-Daphne: um personagem decidido:
A mocinha que me veio à mente ( além da própria Daphne) foi a Calpúrnia de "Nove regras à ignorar antes de se apaixonar", a coitada sempre foi super certinha, mas não ganhou nada com isso, então decide jogar tudo pro alto e "viver la vida louca", fazendo tudo que lhe dava na telha. Outra personagem que me surpreendeu tremendamente foi a Evie de "Pedados no inverno", fiquei pasma com a evolução dessa mulher e o quão decidida ela se tornou.
2-Anthony: um livro que você não estava tão animada para ler, mas depois que leu amou:
Se não for para começar animada eu nem começo. Então para essa pergunta eu vou citar um livro que eu não tinha ideia de que era tão incrível. "Belle" da Leasley Pearce me deixou no chão, impactada.  Que livro sensacional ❤.
3-Benedict: um personagem artista: 
Dylan de " Todos os teus beijos - Laura Lee Guhrke" ele é um musicistas/ compositor top que depois de sobre um acidente bobo, fica parcialmente surdo, mas não permite que ninguém saiba. Um dos libertinos mais encantadores da literatura de época ❤
4-Colin: um livro que te fez rir: 
Esses são os melhores, vou citar dois que me divertiram muito recentemente "Como agarrar uma herdeira" e "Uma dama fora dos padrões" da Julia Quinn. Os personagens de ambas histórias são hilários.
5-Eloise: um personagem que gosta de escrever cartas:
Podia citar a Eloise, mas dessa vez mencionarei a Beatrix de "Paixão ao entardecer" que é simplesmente a melhor. Não é a toa que ela conquistou o Chris com suas belas cartas de amor ( ainda que ele não soubesse que era ela a autora daquelas belas palavras).
6-Francesca: um livro que aborde o tema viuvez:
Um tema pouco debatido, que eu gostaria de ver mais na literatura de época. Dessa vez vou citar um de banca ambientado no velho oeste "A lei do amor -Anne Avery", uma doçura de livro, que traz uma protagonista viúva, muito forte, o romance também é uma lindeza.
7-Hyacinth: um personagem persuasivo:
Simon Hunt? Quer homem mais persuasivo que esse? Era espezinhado pela Annabelle, mas nunca largou o osso, venceu pelo cansaço e também por que irresistível #homãodaporra. 
8-Gregory: um livro sobre resiliência (capacidade de lidar com problemas e adaptar a mudanças):
Vou repetir de novo o livro "Belle", está para nascer mocinha mais resiliente que ela, a pobre passa por poucas e boas e ainda consegue seguir em frente se adaptado a tudo. A Claire de " Outlander: A viajante do tempo também é assim. Amo essas mulheres porretas.
9-Violet: uma personagem "mãezona":
Não podia citar outra além da própria Violet, que mulher!

Quero ver as respostas de vocês também, tire uma fotinho e me marque.

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