Resenha: A escrava e a Fera - Jéssica Macedo


Autor: Jéssica Macedo
Páginas: 145
Ano: 2018
Editora:  Amazon
Gênero: Romance de época
Adicione: Skoob Aqui
Compre na Amazon: Aqui
Nota: 5/5 ❤
Sinopse

Brasil 1824.
Amali nunca aceitou os rumos de sua vida. Arrancada do seio de sua família, foi vendida como escrava em um país desconhecido.
Com um espírito livre e questionador, resiste às imposições e injustiças, sofrendo as amarguras de uma luta silenciada pela opressão e violência.

Colocando em cheque a vida de um recluso barão do interior de Minas Gerais, que havia perdido mais do que se julgava capaz de suportar, Amali mostra toda a sua força, conquistando a própria alforria e lutando pela liberdade dos demais.

Olá leitores, tudo bem?
Acho que vocês já devem estar sabendo da polêmica que envolveu o livro "A escrava e a Fera" da autora Jéssica Macedo. Pois é, o livro nem foi lançado ainda, está em pré-venda e será lançado na Amazon no dia 01/03/2018.
Entretanto, antes mesmo do livro ser lido já estava sendo julgado nas redes sociais. Foram muitos que acusaram a autora de racismo, romantização da escravidão,  romantizar relacionamento abusivo e estupro. 
Primeiramente, antes mesmo de falar a minha opinião eu gostaria de dizer para as pessoas lerem o livro antes de falar o que não sabe. Se ler e continuar tendo essa opinião tudo bem, o direito é seus, mas não difame o que não conhece.
Agora, eu como leitora de Romance de época que sou vou contar para vocês sobre o que o livro trata e trazer a MINHA opinião sobre a história.
A escrava e a fera é ambientado em uma fazenda de açúcar em Minas Gerais no ano de 1824. É  um romance de época e como tal, se propõe a trazer uma narrativa baseada nesse período histórico brasileiro, no qual a escravidão era a responsável pela economia do país. 
Quem conhece o gênero Romance de época sabe que o foco principal não é abordar fielmente o período histórico, mas sim o romance tendo como plano de fundo os acontecimentos daquele período. 
No caso desse livro o objetivo é o romance entre as personagens e mostrar um pouco do contexto histórico em que ocorre.
Fernando era um Barão do açúcar, assim eram chamados os homens poderosos e influentes agricultores da época. E como todos os senhores de terras tanto do período colonial quanto imperial, tinham como mão de obra o braço escravo. Isso era a coisa mais normal no mundo antigo, quanto é normal para nós atualmente trabalharmos em troca de salário (na maioria das vezes uma miséria que mal dá para viver dignamente). 
"Nova Esperança, assim como várias outras fazendas da região de Minas Gerais, beneficiavam-se muito do auge do ciclo da cana-de-açúcar que foi o principal meio de renda do Brasil colônia e ainda prosperava durante os primeiros anos do império."
Assim como era perfeitamente corriqueiro tratar os escravos como animais, como  uma equipamento que se compra em uma feira ou mercado. Não estou dizendo que isso é certo, longe disso! Mas infelizmente era isso que acontecia.
É nesse contexto que se inicia a história desse livro. 
Amali foi tirada da sua família e de seu povo na África, trazida para o Brasil em um navio negreiro, sofrendo com a perda das pessoas que amou, passando fome, sede, frio, em um insalubre porão de  navio, exposta a todo tipo de doenças.
Quando chegou ao Brasil, uma terra estranha e sem entender o idioma desse povo totalmente diferente de tudo o que ela conheceu na África. Foi comprada e levada para a fazenda de Fernando, não para trabalhar na lavoura como os outros escravos, mas para ajudar no serviço doméstico.
Ela não era igual aos demais escravos que viviam ali, que já estavam conformados com aquela vida e tratavam de fazer tudo que o Barão ou o Capataz mandava. Ela não aceitava esse tipo de vida tão destoante da que vivia com o seu povo.
 Assim que aprendeu a nossa língua  ela começou a confrontar o Barão e suas atitudes para com os escravos. Fernando não estava habituado a receber esse tipo de crítica de algum negro, com certeza mandou castigá-la, castigos leves, muito diferentes dos castigos reais que os negros sofriam quando ousavam desobedecer aos seus senhores.
Fernando era um homem amargo, principalmente depois que perdeu a esposa em circunstâncias trágicas. Na noite em que perdeu sua amada ele também ficou com o rosto e as mãos desfiguradas e por isso se achava uma fera, indigno de amar novamente. Seu coração amargado pela dor castigava todos à sua volta, principalmente os escravos.
"O barão nunca fora um homem muito amável nem quando era criança, mas depois daquela terrível noite, o coração que era apenas esnobe ficou amargo."
Não vou dizer que o Fernando é um modelo de perfeição, ele é sim egoísta e as vezes maldoso com os escravos, reforçando o esteriótipo de senhor de escravos. Mas eu entendo que o sofrimento dele se refletia como ruindade para com os serviçais.
Antes da morte da primeira esposa o Barão era diferente, tratava melhor as pessoas, pois sua mulher, uma Francesa, não via com bons olhos a escravidão no Brasil. Ele até cogitou a possibilidade de conceder a liberdade aos negros, mas com a morte de Cloé tudo mudou.
"Ele engoliu em seco. Sim, a situação dos escravos às vezes o incomodava, talvez pelo frequente questionamento de Cloé, uma ávida defensora da liberdade, ou apenas por seu próprio senso de justiça. Todavia jamais moveu uma palha para mudar o sistema, apenas continuava seguindo o fluxo."
Mas com a chegada de Amali com sua personalidade forte, doçura e beleza, a pedra de gelo que existia no lugar do coração de Fernando começou a se derreter. Aos poucos ele foi se apaixonando por ela e ela por ele, mas ao contrário do que estão dizendo foi um amor puro, sem a forte conotação sexual que vejo na maioria dos romances de época que leio.
Esse romance é uma releitura de A bela e a fera, podemos ver muito bem os elementos do conto de fadas nesse livro. Mas a história é totalmente original, um conto de fadas à brasileira.
A meu ver em nenhum momento o livro romantiza a escravidão, muito pelo  contrário, critica a escravidão e mostra que existiam outras alternativas além da servidão. Aborda de maneira muito bem construída as questões politicas do Brasil império naquele período, um dos pontos que me conquistou completamente na leitura.
Se as pessoas enxergam como romantização da escravidão o amor entre uma pessoa branca e outra negra, ACREDITO que o preconceito está nos olhos de quem leu, ou melhor não leu. 
Outro ponto que também sinto a necessidade de rebater é a "romantização do abuso e estupro" quem afirmou isso certamente não leu esse livro e não conhece romance de época. O livro é puro e casto, mostra a delicadeza dos sentimentos e do amor entre duas pessoas socialmente distintas, tudo conduzido com muita delicadeza. E na minha opinião a escolha de não colocar muita sensualidade no livro foi perfeitamente sábia, porque se ele fosse sensual, como a maioria dos romances de época que lemos, seria ainda mais criticado.
Esse livro está perfeito, muito bem ambiento, personagens muito cativantes e ao meu ver não há motivos para essa crítica severa. Mas sei que não sou negra, mas sou quase kkk e o meu intuito não é ofender ninguém nem bater de frente com as opiniões, mas sim dizer o quanto gostei desse livro, o quanto ele foi muito bem ambientado, o quanto é perfeitamente aceitável por mim um romance entre uma escrava e um homem branco e que isso não me afronta de maneira alguma.
Bato palmas para a Jessica Macedo, para a Marina Carvalho e outras autoras de romance de época que ousaram dar vida a uma personagem negra e escrito romances sobre a escravidão brasileira, uma mancha no nosso passado, mas também parte da nossa cultura e o que somos.
Esse livro acima de tudo é uma história de superação, aceitação, redenção e amor. Recomendo muito a leitura.

TAG DAS SÉRIES + Dicas de séries para assistir no fim de semana


Olá pessoal, tudo bem com vocês?
Quem não curte uma boa série??? Eu adoro!
Então resolvi responder essa tag que vi no blog RELÍQUIAS DA LARA.
Espero que gostem.

1. Qual sua série preferida?
Esta é uma pergunta bem difícil de responder, afinal, nesses quase 26 anos de vida muitas séries já foram vistas por mim. Mas vou citar uma que comecei a assistir na época que tinha que ir até a locadora para alugar e até hoje assisto: HOUSE. A série do médico chato e ranzinza começou em 2004 e terminou em 2012.
2. Qual seu seriado antigo preferido?
UM MALUCO NO PEDAÇO. A série que começou em 1990 e acabou em 1996 trazia as trapalhadas do Will (Will Smith). Por passar em TV aberta e agora na Netflix, muitas pessoas que nasceram depois do fim da série puderam conhecer.
3. Qual série você indica para todo mundo?
Esta é outra pergunta difícil. Depende muito do estilo de série que as pessoas gostam: Mas indico HOUSE, THE MENTALIST, CSI MIAMI  que são as que mais assisto.
4. Qual foi a última série que você assistiu?
Eu vejo um episódio ou outro de séries todo dia. A última que vi foi à série nerd de comédia THE BIG BANG THEORY. A série que ainda está no ar começou a ser exibida em 2007.
5. Já ficou triste com o final de uma série?
Sim. Eu me tornei fã de uma banda que começou por causa de uma série: BIG TIME RUSH, e quando a série acabou eu sabia que seria questão de tempo para a banda acabar. E foi o que aconteceu, infelizmente. Esta série teen começou a ser exibida em 2009 e foi até 2013.
6. Qual seu personagem favorito?
Kendall Knight da série citada acima, Big Time Rush. Este personagem, além de ser mega talentoso, é gentil, fofo, o genro que toda mãe gostaria de ter. Para minha felicidade, o ator que faz este personagem, Kendall Schmidt, é muito parecido com ele, o que me fez gostar dos dois.
7. Qual personagem que você odeia?
Tenho uma relação de amor e ódio com o doutor Gregory House (série House). Apesar de me divertir às vezes com as tiradas e sátiras dele, às vezes tenho uma raivinha dele.Hehe.
8. Qual série você tem vontade de assistir?
No momento, nenhuma.
9. Qual série você não tem vontade de assistir?
Não me interpretem mal, não tenho nada contra a série, mas por não ter um tema que me agrade, me chame à atenção, não tenho vontade de assistir GAME OF THRONES.
10. Você já assistiu uma série só por assistir?
Sim. Principalmente quando eu só tinha acesso a TV aberta. Assistia o que passava no momento. Mas conheci muitas séries legais e me apaixonei por algumas.
11. Qual série tem o melhor figurino?
As séries que assisto têm figurinos bem normais. Então vou citar Pretty Little Liars e Scream Queens, que apesar de eu não assistir sei que tem figurinos lindos.
12. Melhor abertura ou música tema?
Amo a música de abertura de CSI: NY. Muito boa.
THE WHO – BABA O’RILEY.


E aí, gostaram da tag? Convido a todos para responder também.

Sorteio de 10 anos do blog Vivendo Sentimentos


Olá queridos leitores, em março o blog Vivendo Sentimentos irá completar 10 anos! Por isso, juntamos alguns blogs maravilhosos e preparamos um mega sorteio para vocês. Serão quatro ganhadores. Três deles ganharão 10 livros cada (que presentão não?!) + marcadores, e o quarto ganhará 8 livros, um caderninho e mais de 100 marcadores. É muito prêmio maravilhoso, então vamos comemorar junto e participar. Boa sorte para todos!

REGRAS:

- Residir (endereço de entrega) em território nacional.
- Preencher as regras obrigatórias de cada formulário.
- Onde diz Visitar o Facebook, é obrigatório curtir a página.
- Após preencher todas as regras obrigatórias, o formulário irá liberar as regras opcionais. Você pode não preenche-las, mas lembre-se que quanto mais fizer, mais chances tem de ganhar.
- O sorteio é válido até o dia 16/03/2018. O resultado será divulgado até o dia 20/03/2018, nesta postagem e em cada blog participante.
- Será enviado um e-mail para o vencedor, e ele terá 2 dias para responder com seu endereço. Se isso não ocorrer, terá novo sorteio, para escolher novo ganhador.
- No e-mail que enviaremos para o vencedor, constará uma lista dos prêmios do kit com o nome, link e contato de cada blog ou autor responsável por ele.
- Cada blog e autor é o único responsável pelo envio do seu prêmio. Por isso, o prêmio chegará em partes, e não todo junto.
- O prêmio será enviado até 30/04/2018, sem contar a entrega dos Correios. Nenhum de nós será responsabilizado por danos, extravios ou retorno das encomendas.
- O prêmio é individual, intransferível, não passível de troca e não poderá ser convertido em dinheiro. - A participação nesta promoção implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.
- Este concurso é de caráter recreativo/cultural, conforme item II do artigo 3º da Lei 5.768 de 20/12/71 e dispensa autorização do Ministério da Fazenda e da Justiça, não está vinculada à compra e/ou aquisição de produtos e serviços e a participação é gratuita.


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TAG: Dia da Semana em Livros


Olá, tudo beleza por ai?


Hoje, vou responder algumas perguntas da Tag Dias da Semana em Livros. Essa tag foi criada pela Pam Gonçalves, na época em que ela ainda tinha o blog Garota It. Vamos lá!

DOMINGO – Um livro que você não quer que termine ou não quis que terminasse.




Estou lendo Boneco de Neve, do Jo Nesbo, e estou digerindo aos poucos já que é um thriller eletrizante.

SEGUNDA – Um livro que você tem preguiça de começar. 


Deserto de Ossos fala sobre o genocídio dos armênios pelos turcos, e é um tema que me chama muito a atenção, além de acreditar que seria uma ótima leitura. Porém, tem algo nele que me afasta e não tenho vontade nenhuma de começar, além de o exemplar ter um cheiro péssimo. 

TERÇA – Um livro que você empurrou com a barriga, ou leu por obrigação.



O Terceiro Testamento foi um livro que lí em parceria, e conseguiu ser um dos piores. Uma narrativa lenta e pesada, fizeram do livro um extenso lenga lenga.

QUARTA – Um livro que você deixou pela metade, ou está lendo no momento.


        
Uma história fenômenal de vida, luta e persistência. Me ariscando nas biografias, e gostando muito de Nunca Deixe de Acreditar, minha leitura atual. Inclusive, vai ter resenha aqui no Leituras da Mary. 

QUINTA – O livro de quinta, um livro que você não recomenda.



Para mim, não existe aquele livro que eu não recomendo. Acredito que qualquer livro odiado por todos, pode vir a agradar alguém. Mas, esse é o mais próximo disso, já que traz uma linguagem chula, e com cunho ofensivo á alguns gupos sociais.

SEXTA – Um livro que você quer que chegue logo, lançamento ou compra.



A Guerra que me Ensinou a Viver é o livro que estou querendo muito ler, para continuar a história da Ada. Apesar de não ter comprado ainda, será a próxima compra, com certeza. 


SÁBADO – Um livro que você quis começar novamente, assim que terminou de ler.




O Sol Também é uma Estrela é uma obra da melhor qualidade. Fala dos típicos dramas adolescentes, mas de uma forma muito inovadora e forte, conflituando com amor, e razão, fé e ciência. 

Então, é isso! Espero que tenham gostado do post de hoje, e semana que vem estou voltando com a resenha de Nunca Deixe de Acreditar!



Até mais!

Projeto 50 contos de Machado de Assis


Oii Leitores lindos <3
Quero compartilhar com vocês sobre o projeto 50 contos Machado de Assis e convidá-los para participar também. 
Já tem um tempo que eu quero ler mais contos, principalmente os contos clássicos. Então quando a Duda Menezes do Book Adict anunciou que faria esse projeto eu já abracei logo de cara.
Como eu disse é a Duda que está organizando esse projeto lá no canal dela então dá uma passadinha por lá para conferir certinho.
Assista ao vídeo no canal da Duda

Lerei 10 contos por mês conforme a seguinte divisão:

Fevereiro
1. O machete
2. Na arca 
3. O alienista 
4. Teoria do medalhão 
5. Uma visita de Alcibíades 
6. D. Benedita 
7. O segredo do Bonzo 
8. O anel de Policrátes 
9. O emprestímo
10. A sereníssima república

Março
11. O espelho
12. Verba testamentária
13. A chinela turca
14. A igreja do Diabo
15. Conto alexandrino
16. Cantiga de esponsais
17. Singular ocorrência
18. Último capítulo
19. Galeria póstuma
20. Capítulo dos chapéus

Abril
21. Anedota pecuniária
22. Primas de Sapucaia!
23. Uma senhora
24. Fulano
25. A segunda vida
26. Trina e uma
27. Noite de almirante
28. A senhora do Galvão
29. As academias de Sião
30. Evolução

Maio
31. O enfermeiro
32. Conto de escola
33. D. Paula
34. O diplomático
35. A cartomante
36. Adão e Eva
37. Um apólogo
38. A causa secreta
39. Uns braços
40. Entre santos

Junho
41. Trio em lá menor
42. Terpsícore
43. A desejada das gentes
44. Um homem célebre
45. O caso da vara
46. Missa do galo
47. Ideias de canário
48. Uma noite
49. Pílades e Orestes
50. Pai contra mãe

A medida que eu for lendo eu vou contando para vocês aqui no blog e nas redes sociais o que achei de cada conto, no fim do mês trago uma postagem especial sobre todos os contos lidos. Também pretendo ler alguns artigos cientifico que trabalham cada conto, para complementar a leitura. Irei compartilhar com vocês os melhores artigos que eu ler.
Gostou do projeto? Tem interesse em participar também?


Novidade: Maybe Now da Colleen Hoover vai ser publicado no wattpad

Ô abre alaaaaaas que é tiro!
O que esperar de uma segunda feira de Carnaval? Ressaca? Sono? Mais samba? NÃO! Mais Ridge e Sydney, meu bem!
Essa mulher não para e nosso coração nao aguenta. O meu parece uma escola de samba inteira nesse momento.
Colleen Hoover anunciou mais um livro da série Maybe Someday e vai ser publicado no wattpad. É pra lacrar, né?
Pra quem adora essa diva e está ansiosa, venha se unir ao meu bloco #SomostodosCoHo
Já temos um boato de que as nuvens da capa podem sugerir alguma morte de personagem. Será?  
Se liga no recado dela:

Surpresa! Ou não. Nós vínhamos dando dicas disso por um tempo. Sejam bem vindos a Maybe Now, a sequência de Talvez um Dia (Maybe Someday). Se você não conhece a série, você pode comprar o primeiro livro visitando meu site.
Para relembrar a trilha sonora de Talvez um Dia, visite www.griffinpeterson.com
Eu não sei quando essa história vai estar completa ou quanto tempo isso vai levar, mas como eu me diverti tanto escrevendo TOO LATE em tempo real, decidi que daria a vocês mais de RIdge e Sydney (E Warren, e Bridgette, e Maggie) aqui no Wattpad conforme for escrevendo!
Essa história começa exatamente onde a de Talvez um Dia parou. Sentam-se livres para reler ele antes de começar essa continuação. Se você leu a cena bônus no site de Maybe Someday, no ponto de vista da Maggie, você pode reconhecer ela aqui no prólogo.
Espero que vocês curtam esse presente tanto quanto eu sei que vou gostar de escrevê-lo! Se quiser esperar até estar pronto, sinta-se a vontade. Mas se quiser acompanhar junto dos outros em em tempo real, pode entrar no grupo do Facebook. Basta procurar por "Maybe Now Discussion Group".
Prólogo e primeiro capítulo estarão disponíveis em breve.

Confira Maybe Now no Wattpad.

Resenha Nacional: As Listas de Ellen - Renata Varela

Autor: Renata Varela
Páginas: 281
Ano: 2016
Editora:  Amazon
Gênero: Romance/Chick lit
Adicione: Skoob Aqui
Compre na Amazon: Aqui
Nota: 5/5 
Sinopse
Se você não está com medo, você não está se arriscando. E se você não está se arriscando, então o que você está fazendo?
Ellen Farley é jornalista de fofoca de uma revista não muito famosa, em Nova York. 
Nesse mundo onde tudo vira notícia, Ellen fica sabendo de uma que não lhe agrada muito: rolam boatos pela redação sobre um corte de custo e o pescoço de Ellen está quase sendo cortado. Para melhorar, Max, seu namorado há três anos decide que a química não está mais funcionando e termina tudo. 
Com o emprego mais para lá do que para cá, Ellen - que tem mania de fazer listas - cria uma lista com possíveis empregos a quais se candidatar caso vá para o olho da rua. Um desses empregos é na revista Social Feminin, uma das poucas que cresceu no ano anterior. Num momento de insanidade, Ellen manda sua ficha para a revista, que logo a chama para uma entrevista. É aí que ela conhece Brandon Morgan, o novo redator-chefe da revista, o homem que pode mudar sua vida - em um sentido além do profissional.

Oooi oooi vocês.
Sejam bonzinhos na minha primeira vez aqui e vamos nos divertir, ok?
Bom, vim pra falar desse livro que foi uma leitura totalmente despretensiosa. As listas de Ellen me ganhou pela capa simples e fofinha e em menos de 3 horas corroeu minha mente e minha produtividade no lar.
Preciso esclarecer: não fiz nada por três horas inteiras. Eu COMI o livro. Devorei mesmo.
Maaas, o que a Ellen tem de tão especial?
Eu vos digo: a semelhança com todos nós.
Quem nunca se viu num ciclo sem fim de fazer as mesmas coisas todos os dias e aceitar qualquer problema sem questionar? Quem nunca entrou numa rotina tediosa sem nem saber como tinha ido parar ali?
Monamores, rotina faz parte. O que nos faz crescer é a forma que lidamos com a quebra dessa rotina. E nisso, Ellen tem maestria. 
Fiquei maravilhada pela forma que a personagem lida com os trancos da vida: o namorido deu o fora, o emprego desceu a ladeira e a melhor amiga tá grávida e sem teto. Mano, quem não pira?
Ellen age com bastante birra e mau humor mas não se deixa cair por nada. Não tem fundo do poço com ela. É apenas sacudir a poeira e dar a volta por cima. 
Amei a Brenda. No começo achei que ela ia me dar ranço. Mas superado, amei.
Andy é tão amorzinho que dá até calafrio. Só não consegui idealizar um perfil físico pra ele. Me senti perdida. 
Brandon é um fofo. F-O-F-O!
O livro dá umas lições de amizade maravilhosas. Os momentos de interação entre eles são bonitos. Adoro quando não existe tretas e picuinhas entre amigos. 
Preciso falar sobre algo que me deixou maravilhada também... a autora dispõe ao final do livro algumas curiosidades sobre a trama. São detalhes de personagens, características e localização tempo x espaço. Adorei. Foi como um alinhamento do que a gente imagina e do que foi pensado pela autora. Achei genial. 
Enfim, gostei bastante. A empatia, caráter e amizade da protagonista me fez sorrir. Sem contar que adoro os livros que nos fazem prender cada minuto de atenção até acabar. 
Obrigada pela companhia, Ellen. E obrigada a todos que estão me recebendo aqui. Acho digno pensar que já podemos sentar juntos no recreio, né?
Beijinhos e até. 

5 melhores distopias que eu já li

Cinco melhores distopias que já li.

Olá, tudo beleza por ai?
Antes de tudo, quero dizer pra vocês que me chamo Isaac Zedecc, e em parceria com a Mary, estarei trazendo vários posts para vocês nos próximos meses. Se quiseram saber sobre mim, pode me conhecer lá no Livros & Reticências <3
Pronto, se veio aqui por mim, já pode sair, mas se veio para conhecer as melhores distopias que eu já li, pode continuar... Isso, eu já sabia que não era tão importante assim, haha.

5 - Entre 3 Mundos - Lavínia Rocha


Pra começo de conversa, e para alegria da nação, uma das minhas distopias favoritas é o livro nacional Entre 3 Mundos, da Lavinia Rocha. Neste livro, vivenciamos um Brasil distópico, dividido entre pessoas comuns, e pessoas com dons. Porém, um garota com um incrivel dom, e detectada no lado "errado" e essa falha no sistema pode desmoronar tudo. Essa mistura de distopia com fantasia me chamou super a atenção.

4 - A Revolução dos Bichos - George Orwell

Créditos: Reprodução Catraca Livre
A leitura desse livro foi proposta quando eu ainda estava na 8ª série pela minha professora, e eu peguei o resumo da internet. Porém, logo após o debate, fiquei surpreendido com a qualidade do conteúdo e me propus a ler. Foi um experiência surpreendente, e vem falar sobre alguns animais de uma granja que eram explorados por seu dono. Os animais promovem uma rebelião, e logo após colocar o fazendeiro pra correr, instala-se um regime ditatório por hierarquia, fazendo uma clara crítica a Revolução Russa ocorrida em 1917.

3 - O Fim de Todos Nós - Megan Crewe


O Fim de Todos Nós é um livro que até hoje, promove debates e opiniões muito distintas, uns odeiam e outros amam, com isso ficou com 3,7 no skoob, e sem previsão de publicação da continuação. Eu sou do time que ama. Esta história vem falar sobre um estranha epidemia numa ilha, onde os sintomas vão de espirro e coceiras, até surtos psicóticos, alucinações e a morte. O virus se espalha de forma rápida, e com medo da contaminação do continente, o governo liga o sinal vermelho e isola a ilha, proibindo qualquer contato, deixando todos em quarentena. Se já não bastasse isso, surgem grupos que roubam casas e estabelecimentos, e os únicos mantimentos que são enviados pelo governo, deixando todos á merçe da sorte. 

2 - Entre as Estrelas - Katie Khan

Créditos: @virandoamor
Entre as Estrelas foi a última distopia que eu li, e ela não é como as outras. A principal característica que trás essa história pra o gênero é o tipo de "governo" existente, e a forma de vivência. Neste livro, as pessoas vivem em um sistema de Rotação, onde não podem viver mais de três anos no mesmo local, impedindo que criam laços fortes de relacionamento. Apesar de não ser o foco real o livro, vale muito a pena a ambientação. 

1 - Irmandade de Copra - A Irmandade - Caroline Defanti



Enfim, chegamos ao primeirão! Não é segredo pra ninguém que Irmandade de Copra é minha distopia favorita, se não o livro favorito da vida. É fico imensamente feliz por ele ser nacional, e ter chegado aqui por mérito próprio! Nesta obra prima, a Caroline Defanti vai fazer um mistura de distopia e sci-fi, onde a Terra, depois de destruída pelos humanos, e renovada e habitada por Copranos, uma espécie de alienígenas. Porém, agora os humanos querem recuperar o planeta, e pra isso foi montada uma irmandade de jovens com poderes especiais (quase ex-mens) que tentarão a todo custo expulsar com máximo de violência possível os Copranos. Nesta história, vamos conhecer os dois lados da moeda, em uma narrativa em terceira pessoa e acompanhar as possíveis relações interpessoais que podem resultar desse conflito. 
Enfim meus amigos, que post grande para uma estréia hein? Espero que tenham gostado, e voltem outras vezes para ler as coisas que esse cidadão aqui posta. 
No final das contas, vocês já leram alguma dessas distopias? Ficou com vontade de ler, talvez? Vamos conversar. 

Até mais!


Essa semana teve uma noticia  lacre.
Nossa diva Carina Rissi, autora brazuca maravilhosa, postou uma foto anunciando o início do projeto de filme do primeiro livro da série, Perdida. 
Ano passado ficamos sabendo que a história da atrapalhada Sopia poderia virar filme, mas agora já está tudo certo, vai acontecer!!

Quem se apaixonou por Sofia e Ian, só tem motivos pra comemorar.
Ver esse livro ganhar forma, ainda mais num cenário de cinema brasileiro, que não é tão fácil, me causa medo e expectativa. 
Torço bastante pra não estragarem essa lindeza e que façam jus esse romance delicioso e divertido.
Vamos torcer ne?
A Mary já postou resenha dos dois primeiros livros da saga, vão lá conferir "Perdida" "Encontrada".